Tecnologia limpa

É inevitável não notarmos o avanço tecnológico, crescendo exponencialmente nos últimos anos. O ser humano passou a ser dependente do luxo oferecido pela tecnologia. Ou, quem pode aqui, dizer que poderia viver sem energia elétrica?

Há quanto tempo o homem existe? Não sei nem responder isso (nem é meu intuito aqui pesquisar isso). Fato é que o homem, não convive nem há um século e meio com energia elétrica em suas residências (e olhe que no começo de tudo, isso era luxo para poucos). Mas já tentou visualizar seu dia-a-dia sem eletricidade?

Desde então, muitas coisas se tornaram viáveis para o homem. Juntamente com a distribuição da energia elétrica, cresceu o número de insdustrias, que passaram a automatizar o seu serviço. Um pouquinho de blá blá blá, até chegarmos em geração de energia elétrica, indústrias e produtos que agridem o meio ambiente. Muitos de nós estamos cansados de debater isso. Não pensemos em poluidores apenas. Podemos pensar em toda a forma de agredir o meio ambiente. Uma usina hidrelétrica, por exemplo. Já imaginou o impacto ambiental da construção de uma dessas?

Muitos debates, muitas brigas, protestos. Mas e a solução? Quem se dispõe a achar? Ah! Não é tão difícil, né? ‘Tá. E quanto a achar uma solução economicamente viável, fazendo com que financiadores desviem seu foco a ponto de investirem em tais soluções? Um pouco mais complicado, né?

E aí onde surgem as fontes de energias limpas. Ainda nenhuma novidade para nós. É fácil lembrarmos de energia solar, energia eólica, etc. Mas e aí? Quem investe? Ainda tá meio travado tudo isso! E quem perde com isso? Nós, “usuários” do meio em que vivemos.

Soluções, não faltam não. Garanto. A Austrália, por exemplo, está para entregar no ano que vem uma contrução (a mais alta do mundo) que garante alta produção de energia. Veja o vídeo. Tudo bem que não é das soluções mais modestas, mas será que o investimento não vale? Todos nós saímos ganhando com isso. Gente preparada e disponível para trabalhar na área não vale. Olha só essa outra idéia, bem mais em conta.

Sei que não é simplesmente pensarmos que vamos fazer destas, nossas fontes de energia e tudo está resolvido. É um passo. Não tão barato, provavelmente. Mais até quando podemos suportar os efeitos das respostas dadas pelo planeta às nossas próprias agressões? Pelo jeito, vamos ter que ver para crer. Vou além: porque não, as tais catástrofes, não podem ser as tais respostas do planeta? Agressão era comum no passado? Catástrofes eram comuns no passado?

Prometo não tentar tocar mais nesse assunto. Fim.

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